Dicionário de Educação do Campo

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\"O Dicionário da Educação do Campo é uma obra de produção coletiva. Suaelaboração foi coordenada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio(EPSJV), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro, e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Sua elaboração envolveuum número significativo de militantes de movimentos sociais e profissionais daEPSJV e de diferentes universidades brasileiras, dispostos a sistematizar experiências e reflexões sobre a Educação do Campo em suas interfaces com análisesjá produzidas acerca das relações sociais, do trabalho, da cultura, das práticas deeducação politécnica e das lutas pelos direitos humanos no Brasil.Nosso objetivo foi o de construir e socializar uma síntese de compreensãoteórica da Educação do Campo com base na concepção produzida e defendidapelos movimentos sociais camponeses. Os verbetes selecionados referem-se prioritariamente a conceitos ou categorias que constituem ou permitem entender ofenômeno da Educação do Campo ou que estão no entorno da discussão de seusfundamentos filosóficos e pedagógicos. Também incluímos alguns verbetes querepresentam palavras-chave, ou que podem servir como ferramentas, do vocabulário de quem atualmente trabalha com a Educação do Campo ou com práticassociais correlatas. Alguns verbetes têm referência direta com experiências, sujeitos e lutas concretas que constituem a dinâmica educativa do campo hoje. Outrosrepresentam mediações de interpretação dessa dinâmica.O Dicionário da Educação do Campo visa atingir a um público bem diversificado:militantes dos movimentos sociais, estudantes do ensino médio à pós-graduação,educadores das escolas do campo, pesquisadores da área da educação, profissionais da assistência técnica, lideranças sindicais e políticas comprometidas com aslutas da classe trabalhadora.Esta primeira edição do Dicionário inclui 113 verbetes e envolveu 107 autoresem sua produção.A Educação do Campo está sendo entendida nesta obra como um fenômenoda realidade brasileira atual que somente pode ser compreendido no âmbito contraditório da práxis e considerando seu tempo e contexto histórico de origem. Aessência da Educação do Campo não pode ser apreendida senão no seu movimentoreal, que implica um conjunto articulado de relações (fundamentalmente contradições) que a constituem como prática/projeto/política de educação e cujosujeito é a classe trabalhadora do campo. É esse movimento que pretendemosmostrar na lógica de constituição do Dicionário e na produção de cada texto(considerados os limites próprios a uma obra dessa natureza).A compreensão da Educação do Campo se efetiva no exercício analítico deidentificar os polos do confronto que a institui como prática social e a tomada Dicionário da Educação do Campo de posição (política, teórica) que constrói sua especificidade e que exige a relaçãodialética entre particular e universal, específico e geral. Há contradições específicas que precisam ser enfrentadas, trabalhadas, compreendidas na relação com ascontradições mais gerais da sociedade brasileira e mundial. O projeto educativoda Educação do Campo toma posição nos confrontos: não se constrói ignorando a polarização ou tentando contorná-la. No confronto entre concepções deagricultura ou de educação, a Educação do Campo toma posição, e essa posiçãoa identifica. Porém é a existência do confronto que essencialmente define a Educação do Campo e torna mais nítida sua configuração como um fenômeno darealidade atual.Esse posicionamento distingue/demarca uma posição no debate: a especificidade se justifica, mas ficar no específico não basta, nem como explicação nemcomo atuação, seja na luta política seja no trabalho educativo ou pedagógico. AEducação do Campo se confronta com a “Educação Rural”, mas não se configuracomo uma “Educação Rural Alternativa”: não visa a uma ação em paralelo, massim à disputa de projetos, no terreno vivo das contradições em que essa disputaocorre. Uma disputa que é de projeto societário e de projeto educativo.Para a composição do Dicionário tomamos como eixos organizadores da seleção dos verbetes a tríade de alguma maneira já consolidada por determinada tradição de debate sobre a Educação do Campo: temos afirmado que esse conceitonão pode ser compreendido fora das relações entre campo, educação e política pública.Porém, decidimos incluir no Dicionário um quarto eixo, o de direitos humanos, pelas interfaces importantes de discussão que vislumbramos para seus objetivos.O desafio é duplo e articulado: apreender o confronto ou a polarização principal que constitui cada eixo e apreender as relações entre eles. Cada eixo ou cadaparte podem ser entendidos/discutidos especificamente, mas em si mesmos nãosão a Educação do Campo, que, como totalidade, somente se compreende nainteração dialética entre essas dimensões de sua constituição/atuação.A própria questão da especificidade depende da relação: temos afirmado que aespecificidade da Educação do Campo está no campo (nos processos de trabalho,na cultura, nas lutas sociais e seus sujeitos concretos) antes que na educação, masessa compreensão já supõe uma determinada concepção de educação: a que considera a materialidade da vida dos sujeitos e as contradições da realidade comobase da construção de um projeto educativo, visando a uma formação que nelasincida. A realidade do campo constitui-se, pois, na particularidade dada pela vidareal dos sujeitos, ponto de partida e de chegada dos processos educativos. Todavia, seu horizonte não se fixa na particularidade, mas busca uma universalidadehistórica socialmente possível.A compreensão do movimento interno aos eixos e entre eles nos ajuda a responder, afinal, qual é o problema ou a questão específica da Educação do Campo.No eixo identificado como campo entendemos que o confronto específicofundamental é o que se expressa na lógica incluída nos termos “agronegócio” e“agricultura camponesa”, que manifesta, mas também constitui, em nosso tempo,a contradição fundamental entre capital e trabalho. E que coloca em tela (essa éuma novidade de nosso tempo) uma contradição nem sempre percebida nesse Apresentação embate: há um confronto entre modos de fazer agricultura, e a pergunta que osmovimentos sociais situados no polo do trabalho estão colocando à sociedade serefere ao modo de fazer agricultura que projeta futuro, especialmente considerando a necessidade de produzir alimentos para a reprodução da vida humana, paraa humanidade inteira, para o planeta. Essa é uma questão que não tem como serformulada desde o polo do capital (ser agenda do agronegócio) senão como farsaou cinismo. Por isso também o capital pode admitir (em tempos de crise) discutir“segurança alimentar”, mas não pode, sem trair a si mesmo, aceitar o debate acerca da “soberania alimentar” (pautado hoje pela agricultura camponesa).Integra esse confronto a compreensão de que não é a mesma coisa tratar deagricultura camponesa e de agricultura familiar: ambos os conceitos se referemaos trabalhadores, mas há uma contradição a ser explorada em vista do embate deprojetos, com o cuidado de não confundi-la com o confronto principal.É importante ter presente o movimento desse embate para compreender arelação com um projeto educativo dos trabalhadores que o assuma: o polo daagricultura camponesa não tem como ser vitorioso no horizonte da sociedadedo capital. Em uma sociedade do trabalho, porém, o projeto de uma agriculturade base camponesa certamente terá de ir bem mais longe do que certas posiçõesassumidas hoje, que a colocam como retorno ao passado, especialmente do pontode vista tecnológico, ou no particularismo e isolamento de experiências de gruposlocais. Por sua vez, essas experiências, quando radicais, têm sido combatidas pelocapital exatamente porque mostram que há alternativas à agricultura industrialcapitalista, e isso desestabiliza sua hegemonia: quanto mais agonizante o sistemamais desesperadamente precisa fazer com que todos acreditem que não há alternativas fora da sua lógica, em nenhum plano.Também é necessário ter em foco que a porta de entrada da Educação doCampo nesse confronto foi a luta pela Reforma Agrária, que trouxe para a suaconstituição originária os movimentos sociais, como protagonistas do enfrentamento de classe, e determinada forma de luta social que carrega junto (nesse eixo ena relação entre os eixos) a relação contraditória e tensa entre movimentos sociais(de trabalhadores) e Estado na sociedade brasileira.É própria desse eixo outra discussão fundamental (justamente para que contradições secundárias não tomem o lugar da contradição principal): estamos compreendendo que o conceito de “camponês”, construído desde o confronto principal, pode representar o sujeito (coletivo) da Educação do Campo, ainda que noconcreto real os sujeitos trabalhadores do campo sejam diversos e nem todos caibamno conceito estrito de trabalhadores camponeses. No Dicionário foram incluídosoutros conceitos que nos ajudam a explicitar/trabalhar com a diversidade queintegra a realidade e o debate de concepção em que se move a Educação do Campo, sem comprometer a unidade do polo do trabalho no embate específico entreprojetos de agricultura, que consideramos fundamental na atualidade.No eixo identificado como educação (concepção de educação) temos no planoespecífico o confronto principal com a “educação rural” (também na sua faceatual de “educação corporativa”), mas na base desse confronto está a contradição entre uma pedagogia do trabalho versus uma pedagogia do capital, que se Dicionário da Educação do Campo desdobrará nas questões fundamentais de objetivos formativos, de concepção deeducação, de matriz formativa, de concepção de escola.Há uma determinada concepção de educação que tem sustentado as lutas daEducação do Campo e está presente nos diferentes eixos. Seu vínculo originário,que se constitui pelas determinações do seu nascimento no eixo campo (tomadade posição pelos movimentos sociais dos trabalhadores Sem Terra, pela agricultura camponesa...), é com o que tem sido chamado de “Pedagogia do Movimento”,formulação teórica constituída desde a pedagogia do MST (sua base empírica ereflexiva imediata), por sua vez herdeira das práticas e reflexões da pedagogiado oprimido e da pedagogia socialista, e mais amplamente de uma concepçãode educação e de formação humanas de base materialista, histórica e dialética.Herança que é fundamento, continuidade, recriação desde a sua materialidadeespecífica e os desafios do seu tempo.Há uma disputa de projetos educativos e pedagógicos que se radica no confronto de projetos de sociedade e de humanidade, e se especifica nos embatesdesses projetos no pensar e fazer a educação dos camponeses. E há também posições e embates que não representam o confronto principal, mas que precisamser enfrentados, na compreensão de qual forma educativa efetivamente fortalece oscamponeses para as lutas principais e para a construção de novas relações sociais,porque lhes humaniza mais radicalmente e porque assume o desafio de formaçãode uma sociabilidade de perspectiva socialista. Desdobram-se desse embate diferentes questões: de concepção de conhecimento, da necessária apropriação pelostrabalhadores dos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade,mas também sua tomada de poder sobre as decisões acerca de quais conhecimentos continuarão a ser produzidos, e o modo de produção do conhecimento,e sobre qual forma escolar pode dar conta de participar de um projeto educativocom essas finalidades.No eixo da política pública, os contornos do confronto principal se situamentre os direitos universais, que somente podem definir-se no espaço público, eas relações sociais, afirmadas na propriedade privada dos meios e instrumentosde produção da existência – e no Estado que a garante. Considerando que a relação entre movimentos sociais e Estado está na constituição da forma de fazer aluta pela Reforma Agrária no Brasil que está na origem da Educação do Campo,entendemos que o confronto que a constitui não está em lutar ou não por políticas públicas. Porque lutar por políticas públicas representa o confronto com alógica do mercado, expressão da liberdade para o desenvolvimento do polo docapital. Mas uma questão que demarca o confronto diz respeito a quem tem oprotagonismo na luta pela construção de políticas públicas e a que interesses elasdominantemente atenderão. A disputa do fundo público para educação, formação técnica, saúde, cultura, apoio à agricultura camponesa e ao acesso à moradia,entre outros, constitui-se em agenda permanente, dado que, cada vez mais, essefundo tem sido apropriado para garantia da reprodução do capital e, no campo,pelo agronegócio.Também é fundamental considerar nesse embate que quando o polo do trabalho (por meio das organizações dos trabalhadores) apresenta demandas coletivas ao Estado, explicita a contradição entre direitos coletivos e pressão direta pelossujeitos de sua conquista concreta versus direitos em tese “universais” (ou universalizados) que devem ser cobrados/atendidos individualmente.E há ainda um confronto acerca da concepção e dos objetivos mais amplosdas relações necessárias à conquista ou à construção de políticas públicas: a partirdos movimentos sociais camponeses originários da Educação do Campo, trata-sede entender que a luta pela chamada “democratização do Estado” (e nos limitesdo que se identifica como “Estado democrático de direito”) é uma das lutas dessemomento histórico e não a luta por meio da qual se chegará a uma transformaçãomais radical da sociedade. Por sua vez, isso significa entender que negociações econquista de espaços nas diferentes esferas do Estado podem ser um caminho aseguir em determinadas conjunturas, mas definitivamente não substituem, nemdevem secundarizar, em nenhum momento, a luta de massas como estratégiainsubstituível do confronto principal e de formação dos trabalhadores para atransformação e construção da nova forma social.O eixo dos direitos humanos aborda essa tensão e como ela deve ser tratadacom vigilância crítica. Chama nossa atenção sobre como a violação dos direitoshumanos integra a forma de instauração dos projetos do grande capital na periferia, dos projetos de modernização retardatária aos projetos da modernidadeglobalizada. A história sem pretensão de salvar ou condenar a dialética negativa epositiva que se movimenta na/pela práxis humana segue um tempo agonizante,de fraturas intransponíveis, de memórias reprimidas, um presente estilhaçado porguerras e muros, por fome, desinteresse e medo, um presente que não vê o mardo futuro. A dificuldade da visão/imaginação do mar do futuro não elimina arealidade de desejá-lo, de senti-lo, reatualizando a promessa de vivê-lo enquantohumanidade, com necessidade de liberdade. Campo e cidade se indiferenciamna crescente violação dos direitos humanos, que atinge não apenas os militantessociais, mas também os trabalhadores, seus filhos e netos, todos desfigurados pelacriminalização da pobreza e de toda luta social que se coloque no horizonte daemancipação humana.Hoje, compreender as dimensões da luta política na sociedade brasileira contemporânea é encarar a crueldade dos limites e das potencialidades que a lutapelos direitos humanos nos revela. No Dicionário, esse eixo tem interface diretacom as contradições específicas indicadas no eixo das políticas públicas, especialmente no que se refere à ampliação ou à redução do espaço público em nomedos interesses do capital, e hoje, notadamente, do capital financeiro. A seleçãode verbetes também busca mostrar a relação entre luta por políticas públicasde interesse dos trabalhadores e pressão (pelas formas de luta assumidas pelosmovimentos sociais) por alternativas à ordem jurídica vigente. Qual o significadodo debate no plano jurídico sobre “função social da propriedade”, “limite depropriedade”, “sementes modificadas”, “legitimidade das lutas sociais”? O querepresenta uma “escola itinerante” de acampamentos de luta pela terra ser umaescola pública? Ao mesmo tempo, é preciso trazer à tona os movimentos sociaiscomo sujeitos produtores de direitos que vão além dos direitos liberais a que sepodem vincular hoje as políticas públicas.   O processo de produção do Dicionário envolveu aproximadamente um anode trabalho, após a decisão tomada entre os parceiros sobre sua elaboração. Aexperiência anterior da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio de produção do Dicionário da Educação Profissional em Saúde (2006) foi fundamental paraagilizar decisões metodológicas e de organização coletiva deste trabalho. As decisões principais foram tomadas em oficinas, e a definição de que seguiríamos,na seleção dos verbetes e seus conteúdos, a lógica dos eixos antes mencionados,estabeleceu uma dinâmica de trabalho ao mesmo tempo por eixo e entre os eixos,seja na indicação dos autores e na elaboração das ementas dos verbetes, seja nainterlocução com cada autor e no processo de leitura e discussão coletiva dostextos produzidos. Foi sem dúvida um processo de formação organizativa detrabalho cooperado para todos nós.Houve uma orientação geral aos autores, de modo a garantir conteúdos acordes ao debate proposto e certo padrão de formatação dos textos, mas foramacolhidas as sugestões de conteúdo e as diferenças de estilo de escrita, própriasdo largo espectro de práticas ou de atuação específica do conjunto de autoresenvolvido nessa construção. Dada a concepção do Dicionário como obra de referência, não foi exigido ineditismo dos textos, e alguns verbetes possuem trechosjá publicados por seus autores em outras obras.O Dicionário, pela seleção e pelo conteúdo dos verbetes, busca materializara concepção de produção do conhecimento desde uma perspectiva dialética emque a parte ou a particularidade somente ganha sentido e compreensão dentro deuma totalidade histórica. Nessa concepção, os campos e os verbetes resultam dodiálogo com diferentes áreas e diferentes formas de produção do conhecimento.Buscamos ter, no conjunto da obra, uma coerência básica de abordagem teórica, respeitando os contraditórios que expressam o movimento real das discussõese das práticas que compõem hoje o debate da Educação do Campo e para alémdela. Tratamos de questões complexas, sobre as quais não há total consenso ouposições amadurecidas, mesmo a partir de um determinado campo político. Tentamos não alimentar falsas ou artificiais polêmicas, mas também é nosso objetivosuscitar debates sobre pontos que têm aparecido como fundamentais no avançodo projeto educativo e societário assumido.O Dicionário, embora tenha sido elaborado a partir de eixos, foi organizadopelos verbetes em ordem alfabética, pelo entendimento de que essa visão intereixos é pedagogicamente mais fecunda para o objetivo que temos de firmar umaconcepção de abordagem ou de tratamento teórico e prático da Educação doCampo.Agradecemos a disponibilidade, a disciplina e o trabalho solidário do conjunto dos autores dessa obra, sem o que ela não teria sido possível nesse tempo enem teria a forma que agora apresentamos para a crítica dos leitores. Agradecemos igualmente a todos os profissionais/trabalhadores da Escola Politécnica deSaúde Joaquim Venâncio que se envolveram em cada procedimento necessário àprodução e à edição desta obra\". (Apresentação do Dicionário de Educação do Campo, 2012, pp. 14-19) 

Práticas em saúde e agroecologia

Otras prácticas no especificadas en las opciones anteriores
Educação do Campo

Sujeitos

Você considera que a experiência tem uma atuação em Rede?
Sim
¿Con qué grupos se construye esta experiencia?
  • Educadoras/es
  • Movimentos sociais
Sexo: indique los grupos que participan en esta experiencia
  • Feminino
  • Masculino
Faixa etária - indique o(s) grupo(s) que participa(m) dessa experiência
De 30 a 60 anos

Identificação

O describa es el nombre de la organización que registra la experiencia
EPSJV/Fiocruz

Localização e abrangência espacial

Esta experiência está sendo cadastrada pelo celular (via aplicativo ODK Collect)?
Não
Qual é a abrangência territorial das ações desenvolvidas na experiência?
Nacional (mais de 4 estados)

Identificação do tipo experiência

Esta experiência é/foi realizada no Brasil?
Sim
Selecione o tipo de experiência
Ensino-pesquisa-extensão
Se envolve ensino, indique qual(is) o(s) tipo(s) de curso(s)
  • Pós graduação lato sensu
  • Pós graduação stricto sensu
  • Curso técnico
  • Graduação
  • Curso livre (sem titulação)
  • Nível médio

Estratégias de Comunicação e Anexos

Que tipo(s) de ferramenta(s) utiliza para divulgar a experiência e se comunicar com os envolvidos?
  • Facebook/Messenger
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  • Site
  • E-mail

Arquivo e/ou link relacionado às produções/práticas da experiência

Tipo de anexo
Documento (PDF, Word, Excel, etc)