Experiência de Agrofloresta de seu Antônio da Hora

Antônio da Hora e Margarida implantaram um sistema agroflorestal no arredor de casa na comunidade Baixa do Maracujá, no Crato. Há 5 anos vêm tentando recuperar o solo que era muito pobre. Após a participação em uma visita de intercâmbio à experiência da família de seu Zé Arthur, interessaram-se pela prática intensificando a diversidade de culturas para buscar o equilíbrio natural do sistema. Após uma rápida experiência com a mandioca, passou a se dedicar ao cultivo de espécies nativas visando o extrativismo. Maneja espécies como mangaba, emberiba, janaguba, fava d´anta e murici, barbatimão, louro, pau d´óleo, maniçoba, araticum, lacre e mucunã que surgiram espontaneamente após o início do manejo. A prioridade, no entanto, é o cultivo de mangaba, pequi e fava d´anta devido o maior retorno financeiro. A fava d´anta e a mangaba são comercializadas por encomenda na Fundação Mussambe do Crato. Dona Margarida ainda vende os produtos no mercado local. Mas a família entende que melhorar a comercialização ainda é um grande desafio. Observa em seu sistema o reaparecimento de abelhas nativas como a uruçu, mosquito, canudo, breu e tataíra. Pretende também se dedicar à meliponicultura Experiência sistematizada para o VI Enconasa

Experiência
Experiência de Agrofloresta de seu Antônio da Hora
Chamada
Quintal agroflorestal no semi-árido cearense
Ano de publicação
2006
Última atualização
17/04/2018
Autoras/es
Relatoras/es
Áreas Temáticas
Áreas Geográficas
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