Uso da Calda Bordalesa: a experiência da família de Severino

Severino Maciel produz, juntamente com outros quatro irmãos e suas respectivas famílias, macaxeira, inhame, feijão, milho, cará, banana, nim, graviola, caju, em área de um hectare. A propriedade possui uma barragem subterrânea onde são cultivados verduras e feijão vagem, além de pequena área de mata preservada. Aprenderam a técnica de enxertia que é praticada com o limão. A experiência destacada por eles é sobre o uso da calda bordalesa no controle de doenças que atacam principalmente os cultivos de limão e inhame. A calda é feita a partir da mistura de sulfato de cobre, cal e água. Primeiramente, mistura-se 200 gramas de sulfato de cobre com 10 litros de água em um vasilhame que não seja de metal, para evitar a corrosão. Em outro vasilhame, 400 gramas de cal são dissolvidas em 10 litros de água. Por último, as duas soluções são misturadas até que se obtenha uma substância homogênea. Quando deseja misturar a calda com o biofertilizante, utiliza uma quantidade menor de água no preparo da calda. Antes de aplicar a calda nas plantas, é necessário testá-la para saber se a concentração de sulfato de cobre é adequada, molha-se um pedaço de metal na calda e observa-se por dois minutos; se o metal oxidar é preciso acrescentar aproximadamente 150 gramas de cal, pois a calda está forte e pode causar queimaduras nas folhas. A calda deve ser preparada momentos antes do uso e aplicada a cada 15 dias.

Experiência
Uso da Calda Bordalesa: a experiência da família de Severino
Chamada
Preparo e uso de calda bordalesa no controle de doenças.
Ano de publicação
2003
Última atualização
04/11/2019
Autor/a
Relator/a
Anexo
Área Temática
Áreas Geográficas
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