Técnicas agroecológicas para o cultivo e propagação de plantas medicinais

Apesar do Brasil ser importante detentor da biodiversidade mundial, de uma maneira geral sua população urbana utiliza medicamentos industrializados de forma quase que exclusiva. Além do alto custo desses químicos, cada vez mais têm se verificado problemas relativos à resistência medicamentosa e dependência química. Dessa forma, objetivou-se confeccionar canteiros de plantas medicinais, utilizando técnicas agroecológicas, a fim de divulgar os benefícios destas plantas como opção terapêutica natural. Foram confeccionados canteiros tradicionais em solo e na forma de espiral de ervas, em área cedida pela Prefeitura do Campus da Universidade Estadual do Norte do Paraná em Bandeirantes. Para o plantio, foram selecionadas: Sedum dendroideum, Melissa oficinalis, Symphytum asperrimum, Cotyledon orbiculata, Foeniculum vulgare, Plectranthus barbatus, Achillea millefolium, Aloe vera, Mikania glomerata, Sambucus nigra, Jartropha curcas, Peunus boldus, Mentha viridis, Dieffenbachia seguinte e Ocimum basilicum. Cada planta foi identificada e sinalizada por placas de madeira utilizando material reciclado da própria universidade. Como resultado foi possível observar que o trabalho despertou o interesse tanto da comunidade acadêmica como dos visitantes externos. Talvez, pela sua diversidade, o canteiro de espiral de ervas despertou maior curiosidade e interesse. Assim, oportunizou-se divulgar os benefícios das plantas medicinais além de proporcionar maior integração entre comunidade e universidade. Palavras-chave: agroecologia; canteiro medicinal; sustentabilidade.

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