Construindo a transição agroecológica

O casal Luis e Zé Zilda (Josefa) mora com a família na comunidade de Pedra Branca, em Cumaru-PE. Antes a família fazia broca, queimava e usava trator, o que causava erosão e fragilizava o solo. Foi a partir da mobilização dos agricultores e agricultoras para a construção do Projeto Um Milhão de Cisternas, que seu Luis e dona Josefa se interessaram em fazer transição agroecológica em sua propriedade. A família inicialmente implantou uma agrofloresta voltada para a produção de forragens e frutas adaptadas ao semi-árido, já que necessitavam das duas coisas na propriedade. Beneficiam o leite das vacas para fabricação de queijo, ricota temperada e doce de leite. Com as frutas são feitos doces, geléias, sucos e polpas. No viveiro de mudas existem mais de trinta espécies de plantas frutíferas e forrageiras. Observam que a agrofloresta também ajuda na conservação da água. O casal adotou a prática da cerca viva, pois além de conter os animais, produz forragem, alimento para as abelhas e lenha. Agora uma barragem subterrânea está sendo construída para produção agrícola e reserva de água durante a estação seca.

Experiência
Construindo a transição agroecológica
Chamada
Agrofloresta transformando a vida no agreste pernambucano
Ano de publicação
2003
Última atualização
17/04/2018
Autoras/es
Relator/a
Áreas Temáticas
Áreas Geográficas
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